Ao Divíno

Ao Divíno

E o divino despejava aquele balsamo reconfortante dentro de mim, porque coisas inimagináveis dele advindas, como se em mim sempre houvessem habitado, pois senti que de mim jamais saíram. Tal qual uma brisa, uma segunda pele, que vinha pra mim e saia de mim, ao mesmo tempo, norteando de forma aleatória, aquilo que outrora pude então dar nome de sonho, e por isso rendi graças, pois ainda podia sentir e entender a forma incompreendida dos desígnios do querer. Com acordes sustenidos, o pulsar que vinha do meu peito era felicidade plena, não entendia, mas deleitava e desejava que o fim disso fosse duelar com a indiferença, pois a crença se esvaia e ao tornar, agradecia.

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