Passos tímidos e lentos

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Com passos tímidos e lentos
Caminhando em constante direção
Fitando com a condição do tempo
No labirinto da multidão

Um procurador a buscar contento
Brincando de esconde com a solidão
Vagando no serenoso relento
Aos olhos do mundo a dispersão

Sentou-se num banco, pensou no tempo
Em silêncio ouvindo o frisom
Ecoando amargou por um momento
Virtuosos caminhos de oração

O mal não fazia mais efeito
Havia outro algo bom
Mais tangível, mais concreto
Que um acorde de violão

Então sorria para o medo
Pro receio insistiu em dizer não
Indissolúvel união de longe vendo
Pra perto vai indo para ao fim dizer não

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